Le Desordre C’est Moi


Tentando produzir no ócio

Estou passando por uma fase de ansiedade por falta de absurda falta do que fazer. As vezes acho que tempo de sobra demais me faz produzir de menos, afinal sempre gostei de fazer as coisas sob pressão. De qualquer forma, uma coisa que, por sorte, eu nunca abandonei, é a leitura. Como diz meu perfil do blog, sou fanática e gosto de ler até rótulos de shampoo, provavelmente obra da minha mãe que me oferecia milhares de revistinhas da Mônica quando era pequena.
Como todos que também possuem esse vício, diariamente acho trechos filosóficos, tenho insights por conta do que estou lendo e sempre penso que aquela frase ou memória vai ficar na minha cabeça até eu chegar em casa e desenvolver. Se eu tivesse memória, talvez pudesse contar com ela. Mas, como esse não é o caso, comecei a rabiscar meus livros, revistas, fazer anotações em qualquer folha que vejo pela frente, pensando em não perder o momento que tenho alguma vontade de produzir em meio a todo meu, muitas vezes inutil e infeliz, as vezes abençoado, ócio.

Hoje peguei uma revista aqui em casa que foi ótima de ler, mesmo tendo comprado por engano. Jurava que era a TPM, mas era a TRIP. A capa me atraiu por ser do Wagner Moura e, como a diagramação das revistas é semelhante, nem me dei ao trabalho de ler a frente, folheei um pouco e já trouxe ela para casa. E de uma revista que eu pensava que só falava de surf e esportes radicais, me surpreendi positivamente e já espero pela próxima. Fiz uma série de grifos na revista e compartilhei no meu Tumblr. Para quem se interessar, é esse o link da tag: http://debbiecorrano.tumblr.com/tagged/trip
Meu Tumblr tem sido o refúgio do ócio quando encontro algo criativo que me inspire. Ou algo que o valha. Ultimamente as coisas tem soado um pouco óbvias demais para mim, mas acho que é fase, constatar o óbvio não é um dos meus programas preferidos.

Essa edição é voltada inteiramente a o assunto “Drogas: Uma edição para entender por que se drogar é humano”, e eu já quis emprestar essa revista a pelo menos 3 pessoas diferentes porque acho que TODO MUNDO deveria ler. Mas não consegui, já que tenho aquele amor por revistas e tenho dó delas estragarem, porque ninguém vai cuidar muito bem delas, inclusive eu. Mas pelo menos as mantenho debaixo de minhas asas, bem mãe coruja.
Mesmo que seja raro eu pegar uma revista antiga para ler novamente, gosto de guarda-las, mas fica cada vez mais difícil por conta do espaço. Alias, alguém aí tem uma solução legal para guardar revistas? Quando era mais nova, recortava as matérias e imagens interessantes e guardava numa pasta, mas minha paciência diminuiu e o carinho pelas folhas levemente plastificadas aumentou.

E que meus ócios sejam mais produtivos a partir de hoje, em que tive a brilhante idéia de ir atrás de grifos e anotações que me inspiraram ao menos um pouquinho.

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